Uma resenha de “The Life of Halime Gülsu: The Heavenly Teacher Murdered in Prison (2022)”

Halime Gülsu – O sistema prisional falido da Turquia permitiu uma morte trágica de um belo espírito. Uma resenha de “The Life of Halime Gülsu: The Heavenly Teacher Murdered in Prison (2022)” por Vivien Kretz

 

Como os prisioneiros podem não ser condenados à morte, mas ainda assim serem assassinados?

Como os civis pagam por suas vidas? Perguntas como esta surgem quando se pensa sobre o destino de Halime Gülsu.

Escrito Zeynep Kayadelen e publicado pela organização estadunidense de direitos humanos Advocates of Silenced Turkey (AST), o livro “Halime Gülsu: The Heavenly Teacher Murdered in Prison” é baseado nos relatos das companheiras de cela de Gülsu e seus familires e amigos, que testemunharam seus últimos momentos em vida. Ela morreu como presidiária na província de Mersin, Turquia, devido à falta de atendimento médico.

A história de Halime Gülsu foi reconstruída por “Advocates os Silenced Turkey (AST)”, uma ONG turca. A autora, Zeynep Kayadelen, incita o trabalho no prefácio: “Nós morremos várias vezes” (Kayadelen, 2022, p.09). A falta de esperança aparece nas palavras. Ela dedica a obra aqueles que morreram dolorosamente lutando por causas que defendem.

No seu romance, Kayadelen aborda o triste destino de Halime Gülsu, uma professora dedicada que ensinava na Turquia e fazia parte do movimento Hizmet. Esse movimento é influenciado pelas ideias e objetivos de Fethullah Gulen. Hizmet é um movimento dedicado a uma Turquia mais livre, mais igualitária e mais sustentável.

Gülsu foi uma professora dedicada. Ela ensinou seus estudantes e os apoiou em caso de perseguição pelo regime turco.

O regime turco trabalha contra aquelas filiados ao Hizmet e aqueles que fizeram parte do movimento. Gülsu e a maioria de suas amizades encontravam-se em uma situação complicada. Ela se sentia vigiada em todas suas ações e sabia que o regime a perseguia com as piores intenções. Kayadelen descreve isso: “Se a opressão era fogo, a animosidade deles era o vento que a impelia para cima”. Entretanto, ela se recusou a ceder e deixar o páis, já que grande parte da sua família vivia no Canadá – muitas vezes, ela viajava ao Canadá para visitar sua família. Porém, ela era uma cidadã turca com muito orgulho e optou por ficar no país para se defender contra o regime. Ao longo do livro, é enfatizado como ela se entendia como uma cidadã turca que decidiu lutar por um país com futuro promissor. Os líderes do regime, todavia, não concordavam.

Em 20 de fevereiro de 2018, Gülsu foi presa por fazer parte do movimento Hizmet. Sua prisão causou surpresa. Apesar de saber que estava sendo vigiada, não esperava o encarceramento.

Depois das Forças Especiais Antiterrorismo de Mersin ter ocupado o apartamento e revirado todas as coisas, eles a algemaram e a levaram para a prisão de Tarso. Gülsu não estava completamente saudável. Ela sofria de Lúpus, uma doença autoimune, e precisava de medicação e cuidados diários.

Quando as forças turcas retiraram a professora de casa, ela rapidamente pegou sua medicação diária e relatórios médicos. Infelizmente, Gülsu não conseguiu pegar sua medicação semanal.

Uma vez que ela chegou na prisão, ela solicitou os documentos médicos afirmando os problemas de sua saúde e a necessidade de medicação semanal e cuidados médicos, mas seus relatórios médicos não foram encontrados. Gülsu estava em uma terrível situação.

Ela foi colocada em uma cela superlotada com outras mulheres. Uma cela feita para 10 mulheres com 10 camas e, quando ela entrou, já possuía o dobro da sua capacidade. Algumas encarceradas tiveram bebes que foram tirados delas. Encarceradas femininas eram forçadas e mandar suas crianças para casa pois não havia como cuidar delas na prisão.

Gülsu possuiu diversas experiências em primeira mão: as rotinas, as incertezas e as histórias das outras encarceradas, mas não por muito tempo. Gülsu morre três meses após sua prisão devido a negligência médica.

Gülsu não recebeu sua medicação semanal e nunca recebeu tratamento adequado para sua doença crônica. Sua condição piorou na prisão e ela desenvolveu um aumento de protuberâncias, que a colocaram em terrível agonia.

Gülsu enfraquecia a cada dia. Quando o seu irmão finalmente conseguiu entregar a medicação, já era muito tarde. Ela não conseguia mais lidar com a dor e a agressividade da doença que se expandia. De acordo com suas colegas de cela e familiares, Gülsu teve consciência de seus últimos dias.

Depois de semanas em sofrimento, ela finalmente foi levada a um hospital, mas já era muito tarde. Após o seu retorno para prisão, suas colegas de cela, que haviam se tornado suas amigas, tiveram que carrega-la pois ela encontrava-se muito fraca para andar. As colegas cuidaram de Gülsu, alimentando e orando por ela.

Infelizmente, em abril de 2018 às 3:10, ela morreu sozinha no corredor da prisão. “Como um casulo vazio, seu corpo seco foi deixado para trás, apenas deitado”, escreveu a autora Kayadelenin.

A autora do livro narra como primeira pessoa, o que amplia a empatia pelas coisas que a professora passou durante seu tempo difícil na prisão.

O livro de Kayadelen proporciona uma experiência de leitura incrível, com um visão pessoal do que Gülsu viveu nos últimos dias de vida. Por meio de várias entrevistas de pessoas que trabalhavam na prisão e aqueles mais próximos da ativista, a organização juntou relatos sobre seu tempo encarcerada e criou um histórico da sua vida.

O trabalho de Kayadelen traz importância aos processos de violação de direitos humanos que acontecem nas prisões da Turquia. Além disso, a ONG fez um excelente trabalho dando um pouco de justiça à memória de Halime Gülsu, “a professora celestial”.

O livro pode ser encontrado aqui: https://www.amazon.com/Life-Halime-Gulsu-Heavenly-Murdered/dp/B0BMY9HXYW

 

Traduzido por Agnes Amaral de https://brokenchalk.org/the-life-of-halime-gulsu-the-heavenly-teacher-murdered-in-prison/

 

Eine Buchbesprechung von Das Leben der Halime Gülsu: Die himmlische Lehrerin, die im Gefängnis ermordet wurde

Halime Gülsu – Das versagende Gefängnissystem der Türkei führte zum tragischen Tod einer einzigartigen Seele. Eine Buchbesprechung von Das Leben der Halime Gülsu: Die himmlische Lehrerin, die im Gefängnis ermordet wurde (2022)

by Vivien Kretz

 

Warum werden Gefangene nicht zum Tode verurteilt, aber trotzdem ermordet?

Wie bezahlen Bürger für ihr Leben? Solche Fragen stellt man sich, wenn man über das Schicksal von Halime Gülsu nachdenkt.

Das Buch ‘Halime Gülsu: The Heavenly Teacher Murdered in Prison’ (Die Himmlische Lehrerin, die im Gefängnis ermordet wurde) wurde von Zeynep Kayadelen geschrieben und von der US-amerikanischen Menschenrechtsorganisation ‘Advocates of Silenced Turkey‘ (AST) herausgegeben. Es basiert sich auf den Aussagen von Gülsus Zellengenossingen, die ihre letzten Momente miterlebt haben, und auf den Aussagen von von Freunden und Familienangehörigen. Gülsu starb als Insassin in einer Gefängnisabteilung in der türkischen Provinz Mersin, weil sie keinen ausreichenden Zugang zu medizinischer Hilfe hatte.

Die Geschichte von Halime Gülsu wurde nun von der türkischen Organisation ‘Advocates of Silenced Turkey rekonstruiert. Die Autorin Zeynep Kayadelen leitet ihr werk mit dem Vorwort: “Wir sind viele Male gestorben” ein (Kayadelen 2022, 9). Die Hoffnungslosigkeit wird durch ihr Worten betont. Sie widmet dieses literarische Werk denjenigen, die einen schmerzhaften Tod erlitten haben wegen einem am Herzen liegendem Kampf.

In ihrem Roman beschreibt Kayadelen das traurige Schicksal von Halime Gülsu, eine engagierte Lehrerin, die in der Türkei unterrichtete und der Hizmet Bewegung angehörte. Diese Bewegung ist von den Ideen und Zielen des Gelehrten Fethullah Gulen beeinflusst. Die Hizmet-Bewegung setzt sich für eine freiere, gleichberechtigtere und nachhaltigere Türkei ein.

Gülsu war eine sehr engagierte Lehrerin. Während ihrer Arbeitszeit unterrichtete Sie ihre Schüler und nebenbei unterstützte sie diejenigen die von der türkischen Regime verfolgt wurden.

Das türkische Regime wendete sich gegen alle Anhänger der Hizmet-Bewegung. Gülsu und die meisten ihrer Freuden befangen sich deswegen in einer schwierigen Situation. Sie fühlten sich auf Schritt und Tritt beobachtet. Sie wussten, dass das Regime hinter ihnen her war. Kayadelen beschrieb es so: “Wenn die Unterdrückung ein Feuer wäre, dann wäre ihre Feindseligkeit der Wind, der es anfachte”. Gülsu weigerte sich jedoch nachzugeben und lehnte die Möglichkeit ab, das Land zu verlassen. Ein Großteil ihrer Familie wohnt in Kanada, deswegen konnte sie oft ins Ausland reisen, um ihre Familie zu besuchen. Sie war eine sehr stolze türkische Staatsbürgerin und schlussendlich entschied sich zu blieben, um sich gegen das Regime zu wehren. Im Laufe des Buches wird immer wieder betont, dass sie sich als Bürgerin der Türkei sah und sich beschloss, für eine vielversprechende Zukunft ihres Landes zu kämpfen. Die Anführer des Regimes waren damit nicht einverstanden.

Am 20. Februar 2018 wurde Gülsu wegen ihrer Zugehörigkeit zur Hizmet-Bewegung verhaftet. Ihre Verhaftung kam für sie ziemlich überraschend. Gülsu wusste, dass sie beobachtet wurde, aber sie hatte nicht damit gerechnet, dass sie verhaftet und inhaftiert werden würde.

Nachdem das Team der Antiterror Spezialeinheit von Mersin ihre gesamte Wohnung durchsucht, and gesamt auseinandergenommen hatte, wurde sie verhaftet und ins Gefängnis von Tarsus gebracht.

Gülsu war nicht gesund, sie litt an chronischem Lupus erythematosus, einer Autoimmunkrankheit, und benötigte tägliche und wöchentliche Medikamente zur Behandlung ihrer Krankheit.

Als die türkischen Streitkräfte die Lehrerin aus ihrem Haus ras, nahm sie schnell ihre täglichen Medikamente und ihre Krankenakte mit. Leider vergaß Gülsu ihre wöchentliche Medizin einzunehmen während ihrer Verhaftung.

Im Gefängnis angekommen, fragte sie nach ihren medizinischen Unterlagen, aus denen hervorging, dass sie krank war und ihre wöchentliche Medizin und medizinische Hilfe benötigte, aber die Unterlagen waren nirgendwo zu finden. Gülsu befand sich deswegen in einer schrecklichen und lebensbedrohlichen Situation.

Im Gefängnis wurde sie mit anderen Frauen in einer überfüllten Zelle gesteckt. Die Zelle war bestimmt für zehn Personen mit zehn Betten ausgelegt. Als sie die Zelle betrat war sie bereits mit doppelter Anzahl Frauen besetzt.

Einige der Gefangenen hatten Kinder, die ihnen entnommen sind. Weibliche Gefangene waren gezwungen, kleine Kinder nach Hause zu schicken, da das Gefängnis sie nicht versorgen konnten.

Gülsu erlebte alles aus erster Hand: die Routine, die Unwissenheit und die Geschichten der anderen Gefangenen, aber nicht für lange. Drei Monate nach ihrer Verhaftung starb Gülsu wegen medizinscher Nachlässigkeit.

 

Gülsu erhielt weder Zugang zu ihren wöchentlichen Medikamenten noch zu ihrer medizinischen Behandlung für ihre chronische Lupus Erkrankung. Ihr Zustand verschlimmerte sich, und sie entwickelte Wucherungen und Knoten – sie litt schreckliche Qualen.

Sie wurde von Tag zu Tag schwächer und schwächer. Als ihr Bruder ihr endlich die Medikamente bringen konnte, war es bereits zu spät. Gülsu konnte die Schmerzen nicht mehr ertragen, und die aggressive Krankheit war zu fortgeschritten.

Nach wochenlangem Leiden durfte Gülsu endlich ins Krankenhaus, es war jedoch zu spät. Nach ihrer Rückkehr ins Gefängnis mussten ihre Insassen, die zu liebevollen Freunden geworden waren, sie tragen, da sie zu schwach war, um zu gehen – sie kümmerten sich um Gülsu, fütterten sie und beteten für sie.

Leider starb sie um April 2018 um 15:10 allein im Gefängnisflur. „Wir ein leerer Kokon wurde ihr ausgetrockneter Körper zurückgelassen, der einfach nur da lag“, beschreibt Kayadelen in ihrem Buch.

Die Autorin Kajadelen erzählt die Geschichte in einer Ich-Perspektive, was es dem Leser erleichtert, sich vorzustellen, was die Lehrerin während ihrer schweren Zeit im Gefängnis durchgemacht haben muss.

Kayadelens Buch ist ein schönes Leseerlebnis mit einem persönlichen Einblick in das, was Gülsu in ihren letzten Tagen erlebt hat. Durch zahlreiche Interviews mit Menschen, die im Gefängnis arbeiten, und mit Menschen, die mit Gülsu in Verbindung stehen, hat die Organisation die Geschichten über ihre Zeit im Gefängnis zusammengestellt und einen starken Hintergrund für eine mit Herz erzählte Geschichte geschaffen.

Kayadelens Arbeit wirkt als eine starke Stimme gegen alle Menschenrechtsverletzungen in türkischen Gefängnissen. Die Anwälte von ‚Silenced Turkey‘ haben hervorragende Arbeit geleistet, um Halime Gülsu, „die himmlische Lehrerin“, ein kleines Stück Gerechtigkeit zu verschaffen.

Das Buch kann hier erworben werden:

https://www.amazon.com/Life-Halime-Gulsu-Heavenly-Murdered/dp/B0BMY9HXYW

 

Translated By Georgette Schönberger from https://brokenchalk.org/the-life-of-halime-gulsu-the-heavenly-teacher-murdered-in-prison/

حلیمہ گلشو کی زندگی: ایک استانی کا جیل میں قتل

حلیمہ گلشو ۔ ترکی کا ناکام جیل نظام ایک انوکھی روح کی المناک موت کا باعث بنا   The Life of Halime Gülsu: The Heavenly Teacher Murdered in Prison (2022) کا کتابی جائزہ۔

مصنف: ویوین کریٹز    (Vivian Kretz) 

Translated by: Mayeda Tayyab

قیدیوں کو سزائے موت نہ ہونے کے باوجود قتل کیسے کیا جا سکتا ہے؟

 

شہری اپنی جان کی قیمت کیسے ادا کرتے ہیں؟ حلیمہ گلسو کی قسمت کے بارے میں سوچتے ہوئے اس طرح کے سوالات پیدا ہوتے ہیں۔

 

Zeynep Kayadelen کی تحریر کردہ اور امریکی انسانی حقوق کی تنظیم ایڈوکیٹس آف سائلنسڈ ترکی (AST) کی طرف سے شائع کردہ، کتاب، جس کا عنوان ہے “Halime Gülsu: The Heavenly Teacher Murdered in Prison”، گلسو کے سیل میٹ، دوستوں اور خاندان کے بیانات پر مبنی ہے جنہوں نے ان کے آخری لمحات کا مشاہدہ کیا۔ وہ طبی امداد تک ناکافی رسائی کی وجہ سے ترکی کے صوبہ مرسین میں جیل کے ایک وارڈ میں قیدی کے طور پر انتقال کر گئیں۔

 

حلیمہ گلسو کی کہانی کو اب ایڈوکیٹس آف سائیلنسڈ ترکی (AST)، ایک ترک این جی او نے از سر نو تشکیل دیا تھا۔ مصنف Zeynep Kayadelen ایک پیش لفظ کے ساتھ اپنے کام کو اکساتی ہیں: “ہم کئی بار مر چکے ہیں” (Kayadelen 2022, 9)۔ اس کے الفاظ سے ناامیدی عروج پر ہے۔ وہ ادب کے اس کام کو ان لوگوں کے لیے وقف کرتی ہے جو دردناک موت سے اس مقصد کے لیے لڑتے ہوئے مر گئے ہیں جن کی ان کی پرواہ تھی۔

 

اپنے دِل بھرے ناول میں، کیاڈیلن نے حلیمہ گلسو کی دکھ بھری قسمت کو چھو لیا ہے، جو ایک سرشار استانی ہے جو ترکی میں پڑھاتی تھی اور تحریک حزمت کا حصہ تھی۔ یہ تحریک اسکالر فتح اللہ گولن کے نظریات اور مقاصد سے متاثر ہے۔ ہزمت تحریک ایک آزاد، زیادہ مساوی اور زیادہ پائیدار ترکی کے لیے وقف ہے۔

 

گلسو ایک انتہائی عقیدت مند استانئ تھئ۔ انہوں نے اپنے کام کے اوقات میں اپنے طلباء کو پڑھایا اور ان کی حمایت کی جب ان میں سے اکثر کو ترک حکومت نے ستایا۔

 

ترکی کی حکومت نے ان لوگوں کے خلاف کام کیا جو حزمت سے وابستہ تھے اور جو اس تحریک کا حصہ تھے۔ گلسو اور ان کے اکثر دوست مشکل حالات میں تھے۔ وہ جانتی تھی کہ حکومت ان کے پیچھے ہے اور وہ ان کو نقسان پہنچانا چہتی ہے۔ Kayadelen نے اسے اس طرح بیان کیا: “اگر ان کا ظلم ایک آگ تھی، تو ان کی دشمنی اس کو بھڑکانے والی ہوا تھی”۔ تاہم، گلسو ہار نہیں مانی اور ملک چھوڑنے کا موقع لینے سے انکار کر دیا۔ ان کا زیادہ تر خاندان کینیڈا میں رہتا تھا، اس لیے وہ اکثر اپنے خاندان سے ملنے بیرون ملک جا سکتی تھی۔ تاہم، وہ ایک بہت ہی قابل فخر ترک شہری تھیں اور انہوں نے حکومت کے خلاف اپنے دفاع کے لیے رہنے کا انتخاب کیا۔ پوری کتاب میں متعدد بار اس بات پر زور دیا گیا ہے کہ انہوں نے خود کو ترکی کی شہری کے طور پر دیکھا اور اپنے ملک کے امید افزا مستقبل کے لیے لڑنے کا فیصلہ کیا۔ تاہم حکومت کے رہنماؤں نے ان سے اتفاق نہیں کیا۔

 

20 فروری 2018 کو گلسو کو حزبیت تحریک کا حصہ ہونے کی وجہ سے گرفتار کیا گیا۔ ان کی گرفتاری نے انہیں حیرت میں ڈال دیا۔ گلسو جانتی تھی کہ ان پر نظر رکھی جا رہی ہے لیکن انہیں گرفتاری اور قید کی توقع نہیں تھی۔

 

مرسن کی انسداد دہشت گردی کی خصوصی دستوں کی ٹیم نے ان کے پورے اپارٹمنٹ میں گھس کر سب کچھ الگ کرنے کے بعد، وہ انہیں ہتھکڑیاں لگا کر ترسوس جیل لے گئے۔

 

گلسو صحت مند نہیں تھئ۔ وہ دائمی lupus erythematosus، ایک خود کار قوت مدافعت کی بیماری میں مبتلا تھی، اور انہیں اپنی بیماری کے علاج کے لیے روزانہ اور ہفتہ وار ادویات کی ضرورت تھی۔

 

جب ترک افواج نے ٹیچر کو ان کے گھر سے باہر نکالا تو انہوں نے جلدی سے  اپنی روزانہ کی دوائیں اور میڈیکل ریکارڈ اپنے ساتھ لے گیئ۔ بدقسمتی سے، گلسو اپنی گرفتاری کے دوران اپنی ہفتہ وار دوا لینا بھول گئی۔

 

ایک بار جب گلسو جیل پہنچی تو اس نے اپنے طبی دستاویزات مانگے، جن میں کہا گیا تھا کہ وہ بیمار ہے اور اسے ہفتہ وار دوائی اور طبی امداد کی ضرورت ہے، لیکن اس کا میڈیکل ریکارڈ کہیں نہیں ملا۔ گلسو نے خود کو ایک خوفناک اور جان لیوا صورتحال میں پایا۔

 

اسے دوسری عورتوں کے ساتھ بھرے سیل میں ڈال دیا گیا۔ سیل دس لوگوں کے لیے بنایا گیا تھا جس میں دس بستر تھے، اور جب وہ اس میں داخل ہوئی تو اس کی گنجائش پہلے سے ہی دوگنی تھی۔

 

کچھ قیدیوں کے بچے ان سے چھین لیے گیے تھے۔ خواتین قیدیوں کو اپنے چھوٹے بچوں کو گھر بھیجنے پر مجبور کیا گیا کیونکہ وہ جیل میں ان کی دیکھ بھال نہیں کر سکتی تھیں۔

 

گلسو نے ہر چیز کا تجربہ کیا: معمولات، غیر یقینی صورتحال اور دیگر قیدیوں کی کہانیاں، لیکن زیادہ دیر تک نہیں۔ ان کی گرفتاری کے تین ماہ بعد، گلسو طبی غفلت سے وفات پا گیی۔

گلسو کو ان کی ہفتہ وار دوا تک رسائی نہیں ملی اور انہیے ان کی دائمی لیوپس کی بیماری کے لیے کبھی طبی علاج فراہم نہیی کیا گیا۔ ان کی حالت بگڑتی گئی، اور انہیں نشوونما اور گانٹھیں پیدا ہوگیے- وہ خوفناک اذیت میں تھی۔

 

گلسو دن بدن کمزور ہوتی چلی گیی۔ جب ان کا بھائی آخرکار انہیے دوائی پہنچانے میں کامیاب ہوا، تب تک بہت دیر ہو چکی تھی۔ گلسو درد کا مقابلہ نہیں کر سکی، اور جارحانہ بیماری بہت آگے بڑھ چکی تھی۔ قیدیوں اور خاندانی اکاؤنٹس کے مطابق، گلسو کو اپنے آخری دنوں کا علم ہو گیا تھا۔

 

کئی ہفتوں کی تکلیف کے بعد، گلسو کو بالآخر ہسپتال جانے کی اجازت مل گئی، لیکن تب تک بہت دیر ہو چکی تھی۔ جیل میں واپس آنے کے بعد، انہیں قیدیوں، جو خیال رکھنے والے دوست بن گئے تھے، کو چل کر لیجانا پڑا کیونکہ وہ  خد چلنے میں بہت کمزور تھی – انہوں نے گلسو کی دیکھ بھال کی، کھانا کھلایا اور ان کے لیے دعیں کیں۔

 

افسوس کی بات ہے، اپریل 2018 کو، 3:10 پر، وہ جیل کی راہداری میں اکیلے مر گئی۔ “خالی کوکون کی طرح، اس کا سوکھا ہوا جسم پیچھے رہ گیا تھا، وہیں پڑا حوا”، کیاڈیلینن نے اپنی کتاب میں لکھا۔

 

مصنف Kayadelen نے کتاب کو پہلے فرد کے تناظر میں بیان کیا ہے، جس سے قاری اس بات پر زور دینا آسان ہو جاتا ہے کہ جیل میں اپنے مشکل وقت کے دوران گلسو کو کن حالات سے گزرنا پڑا۔

 

Kayadelen کی کتاب میں ذاتی بصیرت ہے کہ گلسو نے اپنے آخری دنوں میں کیا تجربہ کیا۔ جیل میں کام کرنے والے لوگوں اور گلسو سے وابستہ لوگوں کے ساتھ متعدد انٹرویوز کے ذریعے، تنظیم نے جیل میں اس کے وقت کے بارے میں کہانیاں اکٹھی کیں اور دل سے کہی گئی کہانی کا ایک مضبوط پس منظر بنایا۔

 

Kayadelen کا کام ترکی کی جیلوں میں انسانی حقوق کی تمام خلاف ورزیوں کے خلاف ایک مضبوط آواز ہے۔ خاموش ترکی کے حامیوں نے “آسمانی استاد” حلیمہ گلسو کو انصاف کا ایک چھوٹا سا حصہ دیتے ہوئے ایک بہترین کام کیا ہے۔

 

سے ترجمہ: https://brokenchalk.org/the-life-of-halime-gulsu-the-heavenly-teacher-murdered-in-prison/

کتاب یہاں سے خریدی جا سکتی ہے: https://www.amazon.com/Life-Halime-Gulsu-Heavenly-Murdered/dp/B0BMY9HXYW/ref=sr_1_1?keywords=halime+gulsu&qid=1678276151&sr=8-1