Comunicado à imprensa: Dia Internacional da Mulher 2023

8 de março do 2023

Feliz dia da Mulher!

Um dia dedicado à celebração das conquistas das mulheres em todo o mundo, aumentando a conscientização dos desafios enfrentados por mulheres e determinando formas de conquistar a equidade de gênero. Esse ano o tema é Mulheres na Educação, Tecnologia e inovação, para o qual a equipe feminina da Broken Chalk produziu um vídeo para comemoração desse dia, com a intenção de aumentar a conscientização dos desafios enfrentados por mulheres na educação. E também para identificar as lacunas e possíveis soluções para alcançar a equidade de gênero. Equidade de gênero é o processo de promover tratamento justo para homens e mulheres. Mulheres continuamente buscam educação professional e alguma carreira, mas não sem enfrentar barreiras. Para garantir justiça, métodos e esforços devem estar disponíveis para auxiliar mulheres ao redor do mundo contra quaisquer desvantagens sociais, políticas ou culturais.

 

O Artigo 28 da Convenção sobre o Direito das Crianças reconhece do direito à igualdade de oportunidades e uma educação primária obrigatória e disponível para todos. Até hoje, 129 milhões de meninas ainda não estão indo às escolas, ainda que mais meninas tenham tido acesso à educação quando comparado a antes. O aproveitamento do direito de mulheres à educação é afetado por distintas barreiras vinculadas ao gênero, como estereótipos de gênero, casamento infantil, gravidez infantil, pobreza ou violência de gênero. Mesmo que um sistema de educação igualitária seja prospero para o país, famílias mais pobres tendem a priorizar a educação de meninos. Entretanto, educação para jovens mulheres melhoram o bem-estar social e econômico dos países, uma vez que é mais provável que haja investimento futuro na educação de seus filhos devido ao nível de escolaridade.

 

Educação de meninas e mulheres vai muito além de acesso às escolas: é necessário garantir um ambiente que proporcione a conquista do aprendizado de forma completa, com o desenvolvimento de habilidades e conhecimentos que serão úteis ao mercado de trabalho. Entretanto, em alguns países, algumas escolas ainda não proporcionam a segurança, o saneamento e a higiene necessários, ou até mesmo práticas de ensinamento que diminuam o vácuo do processo de aprendizado entre os gêneros.

Nosso time faz uma reflexão sobre os contínuos desafios enfrentados por mulheres nos seus países de origem e quais possíveis soluções. No Norte Global, o acesso de meninas e mulheres à educação não está necessariamente condicionado aos estereótipos de gênero, mas sim estereótipos do papel destinado às mulheres ao estudo das ciências humanas ao invés de ciências biológicas. Em alguns países, como a Itália, injustiças e discriminação no acesso ao mercado de trabalho ainda são comuns. Por outro lado, no continente africano, a pobreza ocupa um papel essencial no acesso à educação. Um os maiores problemas é o fato de que para muitas garotas, educação é colocada em pausa: não há continuidade. Esse é o caso do Quênia, onde a crise causada pela seca e fome implica na durabilidade da educação de meninas e mulheres. Garotas também abandonam as escolas devido a casamentos e gravidez precoce. Em Uganda e Moçambique, esse fenômeno é muito comum: a sociedade precisa estar mais sensível à importância de meninas e mulheres estudarem para uma garantia de maior desenvolvimento social. Além disso, em alguns países asiáticos, como Indonésia, o casamento infantil ainda é a causa de meninas e mulheres pararem de estudar e focarem em cuidar de crianças e do lar. Ainda que o governo aja na implementação de políticas que melhorem a qualidade da educação de garotas do país, o que precisa ser difundido é a conscientização pública dos valores reservados a importância da educação para meninas e mulheres. Investimento nessa área melhora países e, consequentemente, o mundo. Fortalece economias e diminui a desigualdade. Outro desafio enfrentado, por exemplo na Turquia, é revista realizada por policiais.

 

Assim, a missão da Broken Chalk é divulgar conhecimento sobre a importância da educação para os direitos humanos. Esse ano, nós iremos focar na melhora de acesso à educação de meninas e mulheres e no aumento da conscientização sobre os impactos positivos da educação feminina na sociedade em geral, bem como a melhora da economia e do bem-estar social. Direitos das mulheres são direitos humanos. Por isso, continuaremos o apoio na conquista por equidade de gênero em todos as esferas, não somente na educação. Equidade de gênero melhora oportunidades e permite que pessoas conquistem sonhos, apesar do seu gênero. Equidade gera igualdade.

 

Feliz dia internacional da mulher!

 

Assinado por

Broken Chalk

 

Traduzido por Agnes Amaral

Translated  from https://brokenchalk.org/press-release-international-womens-day-2023/

 

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COMMUNIQUÉ DE PRESSE : JOURNÉE INTERNATIONALE DU DROIT DES FEMMES 2023

8 Mars 2023

Bonne journée dédiée aux Droits des femmes ! Une journée dédiée à la célébration et la commémoration de toutes les progrès scientifiques, techniques et littéraires accomplis par les femmes partout dans le monde, mais également aux défis qu’il reste à surmonter pour que l’égalité entre les hommes et les femmes deviennent enfin une réalité concrète. Cette année est consacrée tout particulièrement au thème des Femmes dans l’Éducation, la Technologie et l’Innovation, pour lequel toute l’équipe féminine de Broken Chalk y a consacré une vidéo : célébrer les réussites de toutes les enseignantes, pédagogues, chercheuses et médecins de par leur engagement tout autour du globe, mais aussi pointer les multiples problèmes auxquelles encore de nombreuses femmes sont confrontées dans ce domaine de la recherche et l’innovation et proposer des solutions.

L’égalité entre les sexes est le traitement équitable des hommes et des femmes et cela doit être notre objectif à toutes et tous. Cette objectif nous engage. Les femmes ont pu, grâce à un combat ô combien difficile mais jamais sans relâche, obtenir le droit de poursuivre une carrière professionnelle. Pour continuer ce combat et enfin assurer l’égalité de traitement des deux sexes, tous les efforts possibles doivent être mis en œuvre pour aider et assister toutes les femmes partout dans le monde dans leur lutte contre tous les comportements sexistes, les clichés et les stéréotypes misogynes auxquelles elles peuvent faire face tout au long de leur vie.

Le lien de notre vidéo :

https://www.youtube.com/watch?v=y-dXbmtxh9

 

L’article 28 de la Convention des Droits de l’Enfant reconnaît l’égalité d’accès à l’éducation gratuite et obligatoire sans distinction de sexe ou d’appartenance ethnique. Malgré le fait que le nombre de filles sur les bancs de l’école n’ait jamais été aussi important dans notre Histoire, c’est quelque 129 millions de filles qui sont encore aujourd’hui privées de ce droit fondamental d’aller à l’école. Les stéréotypes et réflexes patriarcaux continuent encore de nos jours à entraver la scolarité des filles ainsi que des pratiques comme le mariage forcé de jeunes adolescentes, la grossesse précoce, la pauvreté et les violences domestiques et sexuelles. Bien que l’éducation des garçons comme celle des filles contribue au développement social et à la prospérité des Nations, nombre de familles priorise excessivement l’éducation de leurs fils.

L’éducation des filles commence bien avant le début de la scolarité :  il est d’une impérieuse nécessité d’assurer un environnement sain et sûr pour permettre aux filles d’acquérir les savoirs fondamentaux et les compétences nécessaires à leur réussite dans leurs parcours professionnels. Malgré cela, un nombre trop important d’écoles où la sûreté des élèves  et l’hygiène de base persiste, constituant ainsi une entrave au bon développement des élèves et une barrière critique à l’égalité entre les Hommes et les femmes.

 

Notre équipe est toute entière mobilisée sur le sujet des défis éducatifs que rencontrent hélas trop souvent de femmes dans leurs pays en analysant chaque situation et en proposant des solutions. Dans ce que l’on appelle les pays du Nord, l’éducation des femmes n’est certes pas – ou plus – conditionnée à leur genre, mais les stéréotypes misogynes malveillants continuent trop souvent à reléguer les femmes dans les humanités et faisant des disciplines scientifiques un milieu exclusivement réservé aux hommes. Dans des pays comme l’Italie, les injustices et les discriminations dans l’accès au marché du travail restent encore très fortes. Les étudiantes turques restent confrontées à des fouilles corporelles de la part d’officiers de police. En ce qui concerne des pays dit du Sud, et en particulier en Afrique, la pauvreté constitue le défi majeur face à l’éducation des filles. Dans le cas du Kenya, la scolarité des filles est hachée et de fait incomplète et lacunaire due à des situations de crise alimentaire ou de sècheresses intenses. L’abandon de la scolarité est également liée à des grossesses précoces, souvent non désirées par des adolescentes jeunes, et des mariages forcés. En Ouganda et au Mozambique, ce phénomène est persistant : la société toute entière doit être sensibilisée et mobilisée à ce sujet. Dans des pays d’Asie du Sud-Est comme l’Indonésie, le mariage forcé des jeunes filles est toujours un motif d’abandon de l’école et ces dernières sont encouragées à se concentrer plutôt sur les tâches domestiques et l’éducation des enfants. Le gouvernement indonésien est mobilisé sur le sujet et continue à mettre en place des politiques en faveur de l’éducation des filles, mais ce qui doit être fait est avant tout la sensibilisation de la population. Investir dans l’éducation des filles, c’est investir dans le progrès social et lutter contre la pauvreté.

Comme toujours, c’est la mission de Broken Chalk que d’insister encore et toujours sur l’importance cruciale que revêt l’éducation des filles. Se battre pour l’égalité des hommes et des femmes dans l’éducation, c’est prolonger notre lutte en faveur des Droits de l’Homme. Cette année, Broken Chalk va se concentrer tout particulièrement sur l’accès équitable à l’éducation, continuera de promouvoir les réalisations professionnelles des femmes à travers notre monde. Parce que le Droit des femmes est intimement liée aux Droits de l’Homme, nous continuerons de soutenir tous les efforts entrepris pour l’égalité des sexes dans tous les domaines. L’égalité des Hommes et des Femmes, c’est tendre vers le progrès social et le bien-être. L’égalité des Hommes et des Femmes, c’est améliorer les opportunités professionnelles pour toutes et tous. L’égalité des Hommes et des Femmes, c’est permettre à chacune et chacun d’entre nous de poursuivre ses rêves.

L’équité mène à l’égalité.

 

Bonne journée du Droit des Femmes !

 

L’équipe de Broken Chalk

 

Translated  by Camille Boblet–Ledoyen from https://brokenchalk.org/press-release-international-womens-day-2023/

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Siaran Pers: Hari Perempuan Internasional 2023

8 Maret 2023

Selamat Hari Perempuan Internasional! Hari yang didedikasikan untuk merayakan pencapaian perempuan di seluruh dunia, meningkatkan kesadaran akan tantangan yang dihadapi perempuan, dan menentukan cara untuk mencapai kesetaraan gender. Tema tahun ini adalah Perempuan dalam Pendidikan, Teknologi, dan Inovasi, dimana tim perempuan Broken Chalk telah membuat video untuk memperingati hari tersebut, untuk meningkatkan kesadaran akan tantangan yang masih dihadapi perempuan dalam pendidikan, dan juga untuk mengidentifikasi kesenjangan dan solusi untuk mencapai kesetaraan gender. Kesetaraan gender adalah proses bersikap adil terhadap perempuan dan laki-laki. Perempuan telah mengejar pendidikan profesional dan karir, tetapi bukan tanpa hambatan. Untuk memastikan kesetaraan antar gender, berbagai metode dan upaya harus disediakan untuk membantu perempuan di seluruh dunia melawan kerugian sosial, politik, atau budaya yang mungkin mereka hadapi.

 

Pasal 28 dari Konvensi Hak Anak mengakui adanya kesempatan yang seimbang dan pendidikan dasar yang wajib untuk setiap anak. Hingga hari ini, 129 juta anak perempuan masih tidak bersekolah, meskipun atas berjalannya waktu lebih banyak anak perempuan dapat mengakses pendidikan daripada sebelumnya. Hak perempuan atas pendidikan yang berkualitas masih dipengaruhi oleh berbagai hambatan berbasis gender, seperti stereotip yang salah, pernikahan dan kehamilan anak, kemiskinan, atau kekerasan berbasis gender. Meskipun sistem pendidikan yang adil terhdap semua gender dapat membangun kemakmuran bagi keseluruhan negara, keluarga-keluarga miskin seringkali memprioritaskan anak laki-laki ketika berinvestasi dalam pendidikan. Padahal, pendidikan untuk anak perempuan juga dapat meningkatkan kesejahteraan sosial dan ekonomi negara mereka.

 

Pendidikan anak perempuan lebih dari sekedar masuk sekolah: Diperlukan lingkungan belajar yang aman yang memungkinkan anak perempuan untuk menyelesaikan proses pembelajaran mereka. Hal ini juga diperlukan agar mereka dapat memperoleh pengetahuan dan keterampilan yang dibutuhkan untuk bersaing di pasar tenaga kerja. Namun, di beberapa negara, sekolah masih belum memenuhi syarat-syarat keselamatan, kebersihan, dan/atau sistem praktik pengajaran yang sama. Hal ini menciptakan kesenjangan gender dalam pembelajaran.

 

Tim kami telah merefleksikan tantangan pendidikan yang masih dihadapi perempuan-perempuan di masing-masing negara, disertai dengan solusi yang memungkinkan. Dalam apa yang disebut “Global Utara”, akses anak perempuan ke pendidikan tidak dipengaruhi oleh gender, namun stereotip masih berperan dalam merendahkan perempuan ke bidang sastra dan bukan ke mata pelajaran sains. Di beberapa negara seperti Italia, ketidakadilan dan diskriminasi dalam akses ke pasar tenaga kerja masih terjadi. Di sisi lain, di benua Afrika, kemiskinan berperan penting dalam akses pendidikan. Salah satu kekhawatiran utama adalah realita bahwa bagi banyak anak perempuan, pendidikan ditunda: tidak ada kesinambungan. Inilah yang terjadi di Kenya, dimana krisis yang disebabkan oleh kekeringan dan kelaparan menantang daya tahan pendidikan anak perempuan. Anak perempuan juga putus sekolah karena kehamilan dan pernikahan dini. Di Uganda dan Mozambik, fenomena ini sangat nyata: masyarakat harus menjadi lebih peka terhadap pentingnya menyekolahkan anak perempuan untuk pengembangan sosial. Selain itu, di beberapa negara Asia seperti Indonesia, perkawinan anak masih menjadi penyebab perempuan berhenti sekolah, agar mereka bisa fokus mengurus anak dan rumah tangga. Meskipun pemerintah sedang mengambil kebijakan untuk meningkatkan kualitas pendidikan anak perempuan Indonesia, yang perlu disebarluaskan adalah kesadaran masyarakat akan nilai-nilai dan kepentingan pendidikan bagi anak perempuan. Investasi dalam pendidikan anak perempuan dapat mengubah komunitas, negara, dan dunia. Hal ini dapat memperkuat ekonomi dan mengurangi ketidaksetaraan antar gender. Tantangan lain yang mungkin dihadapi perempuan adalah kasus di Turki, dimana mahasiswi masih menghadapi penggeledahan telanjang oleh petugas polisi.

 

Seperti biasa, misi Broken Chalk adalah menyebarkan pengetahuan tentang pentingnya pendidikan dalam mewujudkan hak asasi manusia. Tahun ini Broken Chalk akan fokus pada peningkatan akses anak perempuan ke pendidikan dan meningkatkan kesadaran tentang dampak positif dari pendidikan perempuan terhadap masyarakat secara umum serta kesejahteraan ekonomi dan sosial. Karena hak perempuan adalah hak asasi manusia, kami akan terus mendukung upaya pencapaian kesetaraan gender di semua bidang, tidak hanya dalam bidang pendidikan. Kesetaraan gender meningkatkan peluang bagi semua orang dan memungkinkan orang untuk mengejar impian mereka terlepas dari gender. Keadilan mengarah kepada kesetaraan.

 

Selamat Hari Perempuan Internasional!

Ditandatangani oleh

Broken Chalk

 

Diterjemahkan oleh

Melissa Sugiarta

 

Translated  from https://brokenchalk.org/press-release-international-womens-day-2023/

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Comunicato Stampa: Festa della Donna 2023

8 Marzo 2023

Buona giornata internazionale della donna! Una giornata dedicata alla celebrazione dei successi ottenuti dalle donne in tutto il mondo, volta a sensibilizzare l’opinione pubblica sulle sfide che le donne devono affrontare e ad individuare metodi per raggiungere la parità di genere. Quest’anno il tema trattato è quello delle donne nel settore dell’istruzione, della tecnologia e dell’innovazione, per il quale una parte dello staff femminile di Broken Chalk è riuscito a realizzare un video per festeggiare questa giornata, per sensibilizzare l’opinione pubblica sulle sfide che le donne devono ancora affrontare nel campo dell’istruzione e per identificare le lacune e le soluzioni per raggiungere l’uguaglianza di genere.  La parità di genere è costituita da un approccio equo nei confronti di donne e uomini. Sebbene le donne abbiano continuato a intraprendere una formazione e una carriera professionale, ciò non è avvenuto senza ostacoli. Per garantire la parità, devono essere disponibili metodi e sforzi per aiutare le donne di tutto il mondo a superare gli svantaggi sociali, politici e culturali che potrebbero subire.

L’articolo 28 della Convenzione sui diritti dell’infanzia riconosce le pari opportunità e l’istruzione primaria obbligatoria e accessibile a tutti. Sebbene al giorno d’oggi un numero maggiore di bambine abbia accesso all’istruzione rispetto al passato, 129 milioni di ragazze non vanno ancora a scuola. Il rispetto del diritto delle donne a un’istruzione di qualità è ancora condizionato da molteplici fattori che ostacolano la parità di genere, come stereotipi sbagliati, il fenomeno delle spose bambine, gravidanze , povertà e violenza di genere. Nonostante la parità di genere nei sistemi educativi crei benessere per il Paese intero, le famiglie povere spesso preferiscono investire nell’istruzione dei ragazzi. Eppure, educare le bambine significa anche migliorare il benessere sociale ed economico dei loro Paesi, poiché è più probabile che esse investano e diano priorità all’istruzione dei loro figli, poiché riconoscono il valore della scolarizzazione.

L’istruzione delle bambine va oltre la frequenza scolastica: è necessario garantire un ambiente di apprendimento sicuro che consenta alle studentesse di completare il loro percorso formativo e di acquisire le conoscenze e le competenze necessarie per competere nel mercato del lavoro. Tuttavia, in alcuni Stati, le scuole non soddisfano ancora i criteri di sicurezza, igiene e sanità, e le modalità di insegnamento non sono adeguate, causando un divario di genere nell’apprendimento.

 

Il nostro team ha analizzato le sfide educative che le donne devono ancora affrontare nei loro Paesi d’origine e le possibili soluzioni. Nel cosiddetto “Nord del mondo”, l’accesso delle ragazze all’istruzione non è condizionato dal fattore genere, ma gli stereotipi giocano ancora un ruolo nel relegare le donne alle materie umanistiche invece che a quelle scientifiche. In alcuni Paesi, come l’Italia, si verificano ancora ingiustizie e discriminazioni nell’accesso al mercato del lavoro. Nel continente africano, invece, la povertà gioca un ruolo cruciale nell’accesso all’istruzione. Una delle principali problematiche è il fatto che per molte ragazze l’istruzione è sospesa: non vi è continuità. È il caso del Kenya, dove le crisi causate da siccità e carestie mettono a dura prova la sostenibilità dell’istruzione delle ragazze. Le ragazze abbandonano la scuola anche a causa di gravidanze e matrimoni in età precoce. In Uganda e Mozambico, questo fenomeno è molto presente: la società dovrebbe diventare più consapevole dell’importanza dell’educazione delle ragazze per lo sviluppo sociale. Inoltre, in alcuni Paesi asiatici come l’Indonesia, il fenomeno delle spose bambine rappresenta ancora un motivo per cui le donne abbandonano la scuola e si concentrano sulla gestione dei figli e della casa. Sebbene il governo stia agendo per attuare politiche che migliorino la qualità dell’istruzione delle ragazze indonesiane, occorre sensibilizzare l’opinione pubblica sui vantaggi e sull’importanza dell’istruzione per le ragazze. Investire nella scolarizzazione delle ragazze trasforma le comunità, i Paesi e il mondo. Rafforza l’economia e riduce le disuguaglianze.  Un’altra sfida che le donne possono affrontare è il caso della Turchia, dove le studentesse universitarie devono ancora subire perquisizioni a tappeto da parte degli agenti di polizia.

Come sempre, la missione di Broken Chalk è quella di diffondere la consapevolezza dell’importanza dell’istruzione nella tutela dei diritti umani. Quest’anno Broken Chalk si concentrerà sul miglioramento dell’accesso delle ragazze all’istruzione e sulla sensibilizzazione circa l’impatto positivo che l’istruzione femminile ha sulla società in generale e sul benessere economico e sociale. Poiché i diritti delle donne sono diritti umani, continueremo a sostenere gli sforzi per raggiungere la parità di genere in tutti i settori, non solo in quello dell’istruzione. L’uguaglianza di genere migliora le opportunità per tutti e consente alle persone di perseguire i propri sogni a prescindere dal genere. La parità porta all’uguaglianza.

 

Buona Festa delle Donne!

Firmato da

Broken Chalk

 

Translated by Alessia Salvaneschi  from https://brokenchalk.org/press-release-international-womens-day-2023/

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Comunicado de prensa: Día internacional de La Mujer 2023

8 de Marzo 2023

¡Feliz Día de La Mujer! Un día dedicado a la celebración de las conquistas de las mujeres en todo el mundo, a la sensibilización de los retos que las mujeres enfrentan y a determinar los métodos necesarios para lograr la igualdad de género.

Este año el tema es “Mujeres en la Educación, la Tecnología y la Innovación” para el que el equipo de mujeres de Broken Chalk consiguió hacer un video conmemorativo del día, para aumentar la conciencia sobre los ratos que las mujeres todavía enfrentan en la educación y identificar las carencias y las soluciones para lograr la igualdad de género.

 

La equidad de género significa ser justo tanto con las mujeres como con los hombres. Hasta hoy, las mujeres han seguido persiguiendo su educación profesional y carreras, aunque no sin obstáculos. Para garantizar la equidad y ayudar a las mujeres de todo el mundo a superar las desventajas sociales, políticas o culturales a las que puedan enfrentarse hacen falta métodos y esfuerzos.

El Artículo 28 de la Convención sobre los Derechos del Niño reconoce la igualdad de oportunidades y la obligatoriedad y disponibilidad de la enseñanza primaria para todas y todos. Hoy, 129 millones de niñas siguen sin ir a la escuela, aunque más niñas que nunca tienen acceso a la educación. El disfrute del derecho de las mujeres a una educación de calidad sigue viéndose afectado por múltiples barreras de género. A pesar de que los sistemas educativos equitativos desde el punto de vista del género generan prosperidad para todo el país, las familias pobres suelen dar prioridad a los niños a la hora de invertir en la educación. Sin embargo, la educación de las niñas también mejoraría el bienestar social y económico de sus países, y también es más probable que ellas mismas inviertan y den prioridad a la educación de sus hijas e hijos debido al valor de la escolarización.

La educación de las niñas va más allá del ingreso en la escuela: es necesario garantizar un entorno de aprendizaje seguro que permita a las niñas completar su aprendizaje y adquirir los conocimientos y aptitudes necesarios para competir en el mercado laboral. Sin embargo, en algunos países, las escuelas siguen sin cumplir los requisitos de seguridad, higiene y saneamiento, o también las mismas prácticas docentes crean brechas de género en el aprendizaje.

 

 

Nuestro equipo ha reflexionado sobre los desafíos que las mujeres siguen enfrentando en sus países de origen y las posibles soluciones. En el llamado “Norte Global”, el acceso de las niñas a la educación no está condicionado por el género, pero los estereotipos siguen influyendo a la hora de relegar a las mujeres al área de humanidades en lugar de a la científica. En algunos países como Italia, siguen ocurriendo injusticias y discriminaciones en el acceso al mercado laboral. Por otra parte, en el continente africano, la pobreza desempeña un papel crucial en el acceso a la educación. Una de las principales preocupaciones es el hecho de que para muchas niñas la educación queda en suspenso: no hay continuidad. Éste es el caso de Kenya, donde las crisis provocadas por la sequía y el hambre ponen en peligro la durabilidad de la educación de las niñas. Ellas dejan la escuela también por embarazos y matrimonios precoces. En Uganda y Mozambique, este fenómeno está muy presente: la sociedad debe ser más sensible a la importancia de escolarizar a las niñas para el desarrollo social. Además, en algunos países asiáticos como Indonesia, el matrimonio infantil sigue siendo una de las causas por las que las mujeres dejan de ir a la escuela y se centran en el cuidado de los hijos y del hogar. Aunque el gobierno está actuando para aplicar políticas que mejoren la calidad de la educación de las niñas indonesias, lo que hay que difundir es la concienciación pública sobre los valores y la importancia de la educación de las niñas. La inversión en la escolarización de las niñas transforma las comunidades, los países y el mundo entero. Turquía es otro caso de injusticias contra las mujeres, donde las estudiantes universitarias siguen sufriendo cacheos al desnudo por parte de los agentes de policía.

 

Como siempre, la misión de Broken Chalk es difundir la importancia de la educación para la aplicación de los derechos humanos. Este año Broken Chalk se centrará en mejorar el acceso de las niñas a la educación y en concienciar sobre el impacto positivo que la educación femenina tiene en la sociedad en general, así como en el bienestar económico y social. Porque los derechos de las mujeres son derechos humanos, seguiremos apoyando los esfuerzos para lograr la igualdad de género en todos los ámbitos, no sólo en la educación. La equidad de género mejora las oportunidades para todos y permite a las personas perseguir sus sueños a pesar de su sexo. La equidad conduce a la igualdad.

 

¡Feliz Día Internacional de La Mujer!

Firmado por

Broken Chalk

Translated by Asja Virga from https://brokenchalk.org/press-release-international-womens-day-2023/

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Press Release: International Women’s Day 2023

8th March 2023

Happy International Women’s Day!

A day dedicated to celebrating women’s achievements worldwide, raising awareness of the challenges women face, and determining ways of achieving gender equality. This year the theme is Women in Education, Technology, and innovation, for which the Broken Chalk women’s team manage to make a video to commemorate the day, to raise awareness of the challenges women still face in education, and to identify the gaps and solutions for achieving gender equality. Gender equity is the process of being fair to women and men. Women have continued to pursue professional education and careers, but not without barriers. To ensure fairness, methods and efforts must be available to help women across the globe against any social, political, or cultural disadvantages they might face.

 

Article 28 of the Convention on the Rights of the Child recognizes equal opportunities and compulsory and available primary education for all. To this day, 129 million girls are still not going to school, although more girls have access to education than ever before. The enjoyment of women’s right to quality education is still affected by multiple gender-based barriers, such as wrong stereotypes, child marriage and pregnancy, poverty, or gender-based violence. Although gender-equitable education systems build prosperity for the whole country, poor families often prioritise boys when investing in education. However, education for young girls will also enhance their countries’ social and economic well-being, as they are more likely to invest in and prioritize their children’s education because of the value of schooling.

 

Girls’ education goes beyond entering school: it is necessary to ensure a safe learning environment that enables girls to complete their learning and acquire the knowledge and skills needed to compete in the labour market. However, in some countries, schools still do not meet safety, hygiene and sanitation requirements or the same teaching practices creating gender gaps in learning.

Our team reflected on the ongoing education challenges women still face in their countries of origin and as possible solutions. In the so-called “Global North,” girls’ access to education is not conditioned by gender but stereotypes still play a role in relegating women to the humanities instead of science subjects. In some countries such as Italy injustices and discrimination in access to the labour market still occur. On the other hand, on the African continent, poverty plays a crucial role in access to education. One of the main concerns is the fact that for many girls, education is put on hold: there is no continuity. This is the case in Kenya, where crises caused by drought and famine challenge the durability of girls’ education. Girls also drop out of school due to early pregnancies and marriages. In Uganda and Mozambique, this phenomenon is very much present: society must become more sensitive to the importance of sending girls to school for social development. Also, in some Asian countries like Indonesia child marriage is still a cause for which women are stopping school and focusing on taking care of the children and the household. Although the government is acting to implement policies that improve the quality of Indonesian girls’ education, what needs to be spread is public awareness of the values and importance of education for girls. Investing in girls’ schooling transforms communities, countries, and the world. It strengthens economies and reduces inequality. Another challenge women may face is the case of Turkiye, where female university students still face strip searches by police officers.

 

As always, it is Broken Chalk’s mission to spread knowledge about the importance of education in actualizing human rights. This year Broken Chalk will focus on improving girls’ access to education and raising awareness about the positive impact that female education has on society in general as well as on economic and social well-being. Because women’s rights are human rights, we will continue to support efforts to achieve gender equality across all domains, not just education. Gender equity improves opportunities for all and allows people to pursue their dreams despite gender. Equity leads to equality.

 

Happy International Women’s Day!

Signed by

Broken Chalk

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EDUCATION DAY RECAP SERIES III

Lastly, there is no better way to end this recap series than with Thunderbird’s school of Global Management’s bold, One Hundred Million Learners  Initiative.

This initiative has a vision to provide education to a hundred million people across the word. Their aim is to offer online, global education from world-class accredited institutions in 40 different languages to learners across the globe, at no cost to the learner.

It is estimated that by 2035, there will be over 470 million people demanding higher education, this is over double the current amount. Thunderbird believes that we have a solution to keep up with the demand for higher education, at our fingertips. Digital education is an accessible way to provide education and the necessary skillset to people around the world.

Source: Thunderbird University

Their online classes have three educational levels:
1) Foundational program: Content for learners with any level of education.
2) Intermediate program: Content at the high school or undergraduate education level.
3) Advanced courses: Content at the graduate education level.
Moreover, their degrees can be applied in the real world professional space. Their classes offer the individual to go though rigorous testing to transform the beginner level diploma, with extra classes, to a professional degree.

It has been a great source of positivity attending this event on Education Week. Accessibility remains one of the main obstacles to education worldwide. This initiative will greatly impact how we view and receive education.

Learn more at: https://thunderbird.asu.edu/alumni/engagement/support-100M-learners

EDUCATION DAY RECAP SERIES II

Moving on to the next theme, Placemaking plays an important part in our society. Placemaking is rooted in community participation. This event discussed the work of Placemaking in Mexico, Brazil and Nepal. On January 26th 2023, several Placemakers shared their work and spoke about the importance of being physically involved and represented in building in our communities.

Placemaking Mexico

Placemaking Mexico introduced the concept of Colour Courts. This projects involved areas in Mexico which could be utilized as a playing court to encourage the community to participate and socialise with one another. The concept was to redesign unused or stagnant spaces to introduce a new lively dynamic to the nearing neighbourhood.

Placemaking is not just about the concept of design, it is about “community” designs of shared spaces. It is about involving people in designing and personalising their community and their public space. In two months, Placemaking Mexico had repainted 9 courts in 7 states in Mexico. In total, over 63 thousand people benefitted from this remodelling. The project design focused on accessibility, community contact and LQC actions which involve the needs of the community.

Source: https://www.theemptysquare.org/stories/basketcolor-project

However, Placemaking is not exactly an easy construction project. Indeed, there were a few challenges that they  faced when designing the courts. Mainly, the biggest challenge was the accessibility of the area that needed to be redesigned. This is because the courts may be in remote, dangerous or swampy areas. In fact, one court was entirely swamped.

Another challenge was the necessity for the designs to reflect the community’s needs. For instance, Placemaking Mexico had to take into account the intentions of designing the courts. Transforming a former parking lot to a play court activates the community and feeds liveliness into the community as the court is not only a physical transformation but also a communal and sentimental transformation.

Placemaking Nepal

Placemaking Nepal is a collective of Placemakers such as architects, artists, planners and researchers. Their goal is to design equitable shared places for the community. Placemaking Nepal stated that we often focus on the hardware parts of the spaces. They are a relatively new branch of Placemaking which tries its best to spread awareness on Placemaking through seminars and activities that involve their communities.

One of their most successful campaigns was the Women in the City Walkshop.

The concept of this Walkshop stems from the fact that men and women share their physical spaces in the community, but each have their unique challenges, intentions and opportunities. This campaign involved women walking in the cities of Nepal, to raise awareness on how their societies utilise their public spaces. Whether it be a bus stop, the cross road or a parking lot, we can see the different perception men and women have in these shared spaces. For example, it was highly reported by women in the Walkshop that the perception of the lack of safety in public spaces and mobilities such as in bus stops heavily impacts women’s perceptions and socioeconomic opportunities as safety is a prerequisite for them when transporting to work.

The campaign was successful in garnering  positive discourse and awareness, from both men and women, on how their communities are affected by accessibility in day to day transportation , whether by foot or a vehicle.

Source: Instagram/PlacemakingNepal

Placemaking Brazil.

Placemaking and tactical urbanism are not largely recognized by the people in Brazil, as people are struggling to be a part of a large country which perpetuates the historical inequality they face. It is important to state that Brazilian people are tactical and pragmatic in facing their harsh reality. The culture of governing their space faces may issues such as the climate and the housing crisis. One goal of Placemaking Brazil is to mobilize tactical urbanism and to popularize engaging the community in designing their communal space. Another goal is to bring back the dialogue of urbanism and space designing in governing and the Brazilian culture.

Source: https://somoscidade.com.br/2022/10/placemaking-lugares-vibrantes-sao-feitos-com-e-para-as-pessoas/

In one of their projects, Placemaking Brazil proposed to local governments to occupy and host activities in abandoned public spaces in Brazil. The aim was to engage and activate the community around these abandoned spaces. It was essential to be creative in the activities that they hosted to involve as many people as they could, and equally as important was inviting the local community, universities and the Placemakers to share their thoughts and express their needs and wants of their community. Placemaking Brazil firmly believes that hosting these communal activities which encourage people to share their ideas had aided in starting a larger conversation with different governments to activate other abandoned places such as historical sites and old train terminals.

In the humanitarian spirit of Placemaking and community building, as issue Placemaking Brazil is tackling is the homeless’ accessibility to water. With the full support of local governments, they were able to provide drinking water in neighborhoods where homelessness is prevalent. As many people still live in the slums of Brazil, access to clean water is crucial to their livelihoods. Placemaking Brazil sought the opportunity to provide a clear flow of water in some neighborhoods and other larger cities.

It must be said that our human rights are very tangible when we examine our day to day lives. Our need for a healthy, lively and growing communities is essential for our development as human beings.

 

Das Zeugnis von Marcel Voorhoeve, ein inspirierender Mann, der in den Niederlanden im Bildungsbereich tätig ist

Interview mit Marcel Voorhoeve und die Qualifikation von Flüchtlingslehrern zum Unterrichten in den Niederlanden.

Obschon er den größten Teil seines Lebens als Mathematik- und Physiklehrer und Direktor einer Sekundärschule verbracht hatte, gründete Marcel Voorhoeve die Organisation DVDK (Docentvluchteling voor de Klas) oder „Flüchtlingslehrer für das Klassenzimmer“.

In Zusammenarbeit mit dem niederländischen Verein für Mathematiklehrer und VluchtelingenWerk Nederland (den niederländischen Flüchtlingsrat), versichern die Freiwilligen der DVDK, dass die Flüchtlingslehrer ihren Beruf auch in den Niederlanden ausüben können.

Anlässlich des Internationaler Tag der Bildung 2023 beschloss Broken Chalk ein Gespräch mit Marcel Voorhoeve zu führen, um über seine Erfahrungen, die Gründung von der DVDK und über Vorschläge, die er anderen mitteilen möchte, die sich möglicherwiese an der Förderung des „Unterrichtens von Flüchtlingslehrern“ beteiligen möchten zu sprechen.

 

Can you tell me about your background?

Können Sie mir etwas über Ihren Hintergrund erzählen?

 

„Ich bin im Süden des Landes geboren, in Maastricht. Ich bin im Moment 67 Jahre alt und habe Mathematik und Physik an der Universität von Utrecht studiert. Nach einem fünfjährigen Studium war es möglich, die Lizenz als Lehrer zu bekommen. Danach suchte ich nach einer Arbeit im Bildungswesen, welches zurzeit nicht einfach war. Schlussendlich erhielt ich eine Stelle in Utrecht, und wurde ich Lehrer an einer römisch-katholischen Schule und fing an, Physik zu unterrichten.“

 

Demzufolge wurde Marcel Mathematiklehrer und begann Mitte der 1980er Jahren, mit der Entwicklung von Computern, auch mit dem Unterrichten von Informatik. Seiner Meinung nach war es eine sehr interessante Zeit für das Bildungssystem, da neue Ideen für den Mathematikunterricht entstanden.

 

„An der Universität von Utrecht begann die Abteilung mit dem Entwickeln von neuen Ideen für den Mathematikunterricht. Unsere Universität war für mehrere Projekte eine „Versuchsuniversität“. Dies war auch sehr interessant für mich, da es mir erlaubte mich als Lehrer weiterzuentwickeln.“

 

„In vielen Ländern wird Mathematik angesehen als etwas, das man lernen und tun muss, doch das Wichtigste ist das Tun… Dieser Ansatz hilft das eigene Denken nicht weiterzuentwickeln. Den nur, wenn man sich die Zeit nimmt Dinge auszuprobieren und mithilfe eines guten Lehrers ist es möglich sein eigenes Denken zu entwickeln.“

 

Die letzten 15 Jahren seines Berufes war Marcel ein Vorstandsmitglied seiner Schule und die letzten 4 Jahren bevor er aufhörte zu arbeiten, unterrichtete er an der Universität von Angewandten Wissenschaften in Amsterdam in der Lehrerausbildung Abteilung. Dort konnte er wieder unterrichten, indem er junge Studenten, die Mathematiklehrer werden wollten, mathematische Fächer, insbesondere Statistik, und die Didaktik der Mathematik beibrachte.

 

Wie sind Sie auf die Idee für die DVDK gekommen?

 

„Ich habe vor drei Jahren, etwa zu Beginn der Corona-Zeit, aufgehört zu arbeiten, dennoch hat mir meine Arbeit sehr gut gefallen. Mein Partner und ich fingen zu reisen und für einen Moment… Im Monat Januar, nach Weihnachten, dachte ich darüber nach, was ich tun könnte. Auf die nächste Reise abwarten, war nicht befriedigend für mich.“

 

Eines Tages beschloss Marcel Plan Einstein zu besuchen, ein Ort entwickelt von der Gemeinde Utrechts und von VluchtelingenWerk Nederland, eine Organisation, welchen Flüchtlingen bei der Aufnahme und Integration in der Stadt hilft. Nachdem er mit einem Mitarbeiter gesprochen hatte, wurde er an einem türkischen Flüchtling vorgestellt. Der Mann war ein Mathematiklehrer und möchte unbedingt wieder unterrichten. Das einzige Problem war, dass er die niederländische Sprache, den niederländischen Mathematikunterricht und das Schulsystem in die Niederlande nicht kannte.

 

„Wir wurden Freunde, ich half ihm, mit der Sprache und das Bildungssystem zu verstehen. Er erzählte mir, dass er Mitglied einer WhatsApp-Gruppe von etwa 100 Mathematiklehrer sei, die aus der Türkei geflüchtet sind wegen der politischen Entwicklungen und die keine Möglichkeit mehr sahen, dort zu unterrichten.“

 

Zugleich erklärte Marcel, dass die Niederlande von einem extremen Mangel an Mathematiklehrer betroffen sei.

 

Dies kreiert ein Paradox: In einem Land mit immer weniger Lehrern gibt es fähige geflüchtete Lehrer, die helfen können und gleichzeitig ihren geliebten und gewählten Beruf ausüben können.

 

Die Idee der DVDK entstand aus diesem Paradox. Mithilfe der Foundation of Math Teachers in Holland und der Organisation VluchtelingenWerk Nederland startete Marcel ein Projekt mit dem Ziel, Lehrer aus dem Ausland dabei zu helfen, Lehrer in die Niederlande zu werden.

 

„Theoretisch sind alle Flüchtlinge aus der Türkei erlaubt, an unseren Schulen zu unterrichten, da sie eine mit dem niederländischen Bildungssystem kompatible Lizenz haben. Dennoch ist die Sprache problematisch und unterscheidet sich das niederländische Bildungssystem und die Art und Weise, wie Mathematik in Holland unterrichtet wird, enorm von der Türkei, Iran oder Syrien… Mehrere von diesem Mathematiklehrer waren nicht zufrieden mit den bestehenden Projekten an anderen Universitäten, daher dachten wir an einer Idee dies zu verbessern.“

 

„Wir erstellten einen Plan für das Ministerium für Bildung, der einen gut strukturierten Weg enthält Flüchtlingen aus dem Ausland ab dem Moment ihrer Einreise in die Niederlande zu helfen, und ihnen zu unterstützen mit dem Bewerten von benötigen Zertifizierungen und Lizenzen, und sie darauf vorzubereiten schnell und dauerhaft Lehrer werden.“

 

Im Februar 2022 startete eine Gruppe von 15 Lehrern, 13 Mathematiklehrern und zwei IT-Lehrern einen Kurs basierend auf den Ideen von der DVDK an der Universität von Angewandten Wissenschaften in Utrecht.

 

(Picture: Two IT  teachers are instructed by their teacher in didactics of the Vrije Universiteit Amsterdam)

 

Wie funktioniert die DVDK in der Praktik?

„Laut der DVDK sind Schulungen über die niederländische Sprache, die Didaktik und das niederländische Schulsystem nur ein Teil dessen, was die DVDK tut, „Periode Zwei“ genannt.“

Tatsächlich betonte Marcel, dass diese Flüchtlinge, die nach den Niederlanden kommen, ein dringendes Bedürfnis haben für eine Phase, welches solche Schulungen vorausgeht.

„Diese Flüchtlinge müssen die Sprache beherrschen, bevor sie mit dieser „Periode Zwei“ starten können. Wir möchten sofort beginnen, nachdem sie ihren Flüchtlingsstatus haben oder manchmal sogar bevor. In den Asylzentren sind sie nicht erlaubt Niederländisch zu üben oder einen Kurs darüber zu folgen… Dies ist schrecklich und sehr demotivierend. Natürlich gibt es Freiwillige, die Kurse und Aktionen organisieren, allerdings sind diese im Moment keine strukturierte Hilfe für Asyllehrer. Ein schneller Start hilft ihnen, einen motivierenden Anfang zu haben, und Dinge für eine neue Zukunft zu erforschen und zu entwickeln.“

„Unsere Idee „Periode Eins“ genannt, macht es notwendig, Lehrern etwas anzubieten, die aus dem Ausland nach den Niederlanden kommen. Wir halten es für sehr wichtig, dies von Anfang an zu tun, um Flüchtlinge die Motivation zu geben, Gutes für ihr eigenes Leben zu tun.“

(Picture: In June 2022 the team of Hogeschool Utrecht and members of the projectgroup DVDK (Docentvluchteling voor de Klas) congratulated the participants with their first part of the course)

Außerdem ist es laut Marcel wichtig, Flüchtlinge eine Orientierung zu geben, was Bildung in die Niederlande konkret bedeutet, da sie möglicherweise nur wenig oder gar keine Vorstellung davon haben, was es bedeutet, in den Niederlanden Lehrer zu sein.

 

„Wir glauben auch, dass es notwendig ist, die Sprache ein wenig zu üben. Wir haben eine Art Website entwickelt, auf der wir Niederländisch Unterricht anbieten. Zusätzlich sind die Aufgaben und Inhalte berufsorientiert, sodass der Kontext und die Übungen an den Beruf des Lehrers gekoppelt sind. Dieses Design motiviert die Flüchtlinge sehr. Mehrere Lehrer sind wirklich Lehrer mit Leib und Seele, und ihnen daher die Möglichkeit zu geben, solche Kurse zu folgen, ist eine Art, ihnen zu sagen, dass sie in unserem Land und in der Mathe-Community willkommen sind und dass wir ihnen helfen wollen.“

 

In diesem Sinne ist die DVDK die einzige Organisation des Landes, die in dieser ersten Periode Ideen und Materialien entwickelt hat.

 

Letztendlich erzählte mir Marcel von der dritten Periode der Ausbildung. Dieses letzte Teil ist sehr praktisch, da die Mathematiklehrer in ihren ersten Job noch viel Coaching benötigen.

 

„Auch wenn die Beherrschung der Sprache und die Didaktik ziemlich gut sind, ein Lehrer muss sich an einem neuen Schulkontext gewönnen und dies fordert viel Unterstützung. Insbesondere für die Sprache, beispielsweise beim Schreiben von E-Mails oder Briefen an Eltern oder für das Designen von Aufgaben oder Tests für Schüler…“

 

Wenn Sie andere im Bildungsbereich beraten müssten: Welches sind die Hauptschwierigkeiten und wie besteht man sie?

 

„Einige Sachen… Zunächst einmal müssen die Teilnehmer viel Zeit investieren, dies ist nur möglich, wenn man wirklich an die Idee glaubt und wenn man eine Gruppe von Personen und Organisationen hat, die auch daran glauben. Eine gute Zusammenarbeit ist auch wichtig. Ich kann sagen, dass wir mit den Leuten, die jetzt an dem Projekt beteiligt sind, tatsächlich eine Art Freundschaft entwickelt haben. Dies hilft, um mit den Höhen und Tiefen umzugehen, etwas, was jedes Projekt begegnet.

 

Zweitens untersuchte die DVDK, ob die Struktur des Projekts auch für andere Fächer anwendbar ist. Wir haben festgestellt, dass auch Lehrer für Physik, Chemie, Technik und Informatik aufgrund des Lehrermangels kreative Ideen brauchen, um neue Lehrer zu werben. Unser Ziel ist es, mit ihnen in Verbindung zu kommen, das bedeutet, dass die DVDK sich ausbreiten wird und wirklich an der Einstellung von einer wachsenden Zahl an neuen Lehren beitragen wird. Dies ist ein Beispiel von unserer Politik: möglichst viele Teilnehmer und Organisationen involvieren, mit dem Ziel so viel verfügbares Kenntnis wie möglich zur Verfügung zu stellen. Und drittens, es gibt viel verfügbares Kenntnis und „Power of People“. Expertise in Sprachdidaktik (CLIL), in Mathematikdidaktik speziell für Lehrer, in Lehrercoaching aus dem Ausland, usw. Und nun warten wir auf unser Ministerium für Bildung. Unsere Bemühungen führten dazu, dass sich unser neuer Minister für einen strukturierten Ansatz und den finanziellen Bedarf einsetzte. Unsere ehrenamtliche Arbeit geht weiter!“

(Picture: Group of 15 teacher-asylants who started a course at Hogeschool Utrecht in February 2022)

Translated by from https://brokenchalk.org/interview-with-marcel-voorhoeve-and-the-qualification-for-refugee-teachers-to-teach-in-the-netherlands/

Mustafa Simsekler y la Academia de Pequeños Ingenieros

Entrevista con un joven inspirador de Turquía sobre su participación en el campo de la educación.

Por Serena Lucía Bassi

Estamos en un centro cultural en la ciudad de Utrecht, Holanda.

Mustafa Simsekler está rodeado por una veintena de niños de entre tres y diez años y sus padres. En apenas una hora, como parte de sus talleres de robótica educativa, su objetivo es enseñarles a construir el “modelo de coche más rápido”.

En medio de un juego de baterías, motores y tarjetas de colores, se perciben claramente las sonrisas de estos niños y sus padres, los que parecen divertirse tanto como sus hijos.

La organización de Mustafa se llama “Academia de Pequeños Ingenieros”. Consiste en una serie de talleres de robótica en los cuales los niños pueden desarrollar no solo sus habilidades manuales y de producción, pero en particular desarrollan su capacidad para solucionar problemas reales.

He hablado con Mustafa para saber más sobre su historia y el funcionamiento de su organización. Lo siguiente transmite la entrevista:

¿Puedes hablarme sobre tus antecedentes?

“Estudié Ingeniería Eléctrica y Electrónica en Italia e hice otra licenciatura en derecho en Turquía. También hice una maestría en Robótica y desarrollo del cerebro infantil.

 

Luego trabajé para la compañía de aviones Boeing en los Estados Unidos, en tres lugares diferentes: Los Ángeles, Boston y Seattle. Luego trabajé en Chile y mi último trabajo fue en Francia. Estaba trabajando para la OTAN haciendo investigación. Luego regresé a Turquía, donde también trabajé para la fuerza aérea turca”.

¿Qué pasó durante su estancia en Turquía?

“En 2016 me despidieron porque no estábamos haciendo lo que pedía el gobierno y yo estaba en contra de la posible guerra turco-siria, al gobierno no le gustaba. Entonces, perdí mi trabajo. El gobierno empezó a pintarnos como terroristas, mis hermanos fueron a la cárcel, todos perdieron sus trabajos y uno de ellos fue expulsado de la universidad. Mi padre no pudo soportarlo y murió. Fue duro para nosotros y en ese momento había esta presión del gobierno… Fue en ese momento que fundé esta empresa, “Little Engineers Academy”, hace 7 años.

Con mis colegas rastreamos el trabajo académico que estaba disponible sobre el desarrollo del cerebro de los niños y esta empresa se hizo famosa en Turquía. Basamos nuestro entrenamientos en “el juego”. De hecho, los niños tienen un trabajo y su trabajo es resolver un juego. En estos talleres solo sugerimos a los niños juegos sin laptop, celular o cualquier tipo de pantalla porque son muy dañinos en la primera infancia”.

 

Little Engineers Academy

Entiendo que fue difícil, ¿por qué tuviste que irte de Turquía?

“Fundé esta empresa en Turquía, donde se hizo tan famosa que teníamos casi 20 trabajadores. Sin embargo, después de un tiempo, el gobierno turco nos pidió asesoramiento, me dieron un juicio de 6 años, me consideraban un terrorista.

Entonces, un día decidí huir, comencé a nadar desde Turquía a las 12 y estaba en Grecia a las 6.

Luego me fui a Italia, porque tenía una tarjeta de identificación de mi período de estudios, y finalmente vine a Holanda, en 2021, hace casi 15 meses que estoy aquí.

 

Vine aquí como refugiado y estaba en un campamento, y en ese momento me parecía muy incómodo pasar el tiempo durmiendo en una cama, así que comencé a dar lecciones a los niños en el campamento. Empecé a hacer algunos trabajos voluntarios y en ese momento también tenía contacto con la alcaldesa de Utrecht, la Sra. Sharon Dijksma, quien realmente me ayudó a encontrar algunos subsidios. Empecé a dar clases por todos los Países Bajos y actualmente doy clases en 14 lugares diferentes del país. Incluso si otras empresas de alta tecnología me ofrecieran salarios más altos, estoy muy contento con mi trabajo, quiero hacer algo con los niños, por eso elegí este camino. También fue una forma de decir gracias a este país”.

 

Cuéntame más sobre tu taller, ¿cómo funciona?

“En general, todas las empresas de robótica están utilizando materiales listos y resolviendo programas listos y todos dependen de pantallas que son realmente dañinas para los niños a una edad temprana.

 

Nuestro objetivo es darle a los niños solo el motor y las baterías, ya que todos los demás materiales provienen de la naturaleza y se pueden encontrar en todas partes. Por ejemplo, estamos haciendo unos robots con raíces, piedras, castañas… Los niños pueden hacer robótica con cualquier cosa, no necesitan materiales extra. Y también estamos haciendo algo que realmente van a usar en sus casas, aviones, lámparas de dormitorio…

 

En este momento, entrenamos a 1000 niños en los Países Bajos y más de 6000 niños en el mundo. Este programa de educación está funcionando en los Estados Unidos, en el Reino Unido, en los Países Bajos y Turquía.

 

Nuestro objetivo es enseñarles cómo resolver problemas, no sobre codificación o programación. La gente piensa en la codificación o la programación como un objetivo, pero no es el objetivo, es el desarrollo del cerebro, ayudándoles a desarrollar la capacidad de resolver problemas.

 

Esto se debe a que no sabemos en el futuro a qué problemas y tecnologías se enfrentarán, pero sabemos que tendrán problemas en su vida… Si eres un buen solucionador de problemas en tu vida, en cada ocasión, cuando estás estresado o criticado por otros, tendrás la capacidad de tomar las decisiones correctas”.

 

Little Engineers Academy

Es innegable que Mustafa tuvo que superar las dificultades de la vida y perseguir una pasión que comenzó en Turquía, hasta aquí en los Países Bajos. Es admirable que alimentó su sueño de educar y lo preservo durante un período duro de su vida. Este es un ejemplo conmovedor de una verdadera dedicación a la educación y la pasión de Mustafa por las próximas generaciones.

 

By Serena Lucia Bassi

Translated By Leticia Cox English Version  https://brokenchalk.org/mustafa-simsekler-and-the-little-engineers-academy/